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Extermínio 2

28 semanas depois do acontecido no primeiro filme (Sacou agora o título original?), a infecção que havia infestado a Grã Bretanha foi contida, os zumbis morreram de fome, e tudo voltou a ser como era antes. É claro que faltava a população de volta, mas o exército estadunidense cuidou disso, limpando os corpos das ruas, e organizando a volta da população pra uma área isolada de Londres, onde a segurança era reforçada. Tudo indo muito bem, até que dois irmãos resolvem fugir dessa área SUPER PROTEGIDA pra buscar algumas coisas em sua antiga casa, e acabam trazendo a infecção de volta. A partir daí você já sabe, CORRE QUE TEM ZUMBI PRA CARALHO !

OMG, ZOMBIES !!

O filme começa insano, a primeira seqüência do filme é linda, mostrando como Don (Robert Carlyle) conseguiu sobreviver a infecção anterior, abandonando sua esposa nas mãos dos zumbis e tudo mais. Com um começo assim dá até pra achar que a continuação vai superar o primeiro, mas depois da primeira seqüência, ninguém mais acha isso. O ritmo cai MUITO depois da primeira cena, deixando o filme arrastado por 40 minutos, tudo isso pra desenvolver a história do filme.

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Piratas do Caribe

 

20 milhões. Exatamente, foi essa quantia que salvou Piratas do Caribe de se tornar somente mais um filme da Disney, e se tornar um sucesso nas bilheterias que já rendeu quase 2 bilhões de doláres. Sim, os 20 milhões de que eu falo, foi a quantia gasta para ter Johnny Depp no filme (Quantia paga por filme, fora bônus pela bilheteria), ótimo investimento, não?

E esses valores começam a subir novamente dia 25 de maio (Próxima sexta-feira), com a estréia mundial de At the World’s End, que vai encerrar a trilogia de Jack Sparrow. No filme, Will Turner, Elizabeth Swann e o capitão Barbossa se juntam para salvar Sparrow, que foi engolido pelo Kraken (Alguém mais se lembrou de God of War?), monstro marítimo controlado por Davy Jones. Para isso, os três precisaram ir até cingapura, conseguir um mapa que os levará até os confins do mundo, para assim poder salvar, Jack e o Pérola Negra.

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Pure Reason Revolution

 Nós temos uma gostosa na banda, HÁ!

 

Seguinte, PRR é uma banda britânica, formada em 2003, e que teve seu debut ano passado, The Dark Third. Antes disso, eles já haviam lançados outros três singles, e um Mini-CD, mas boa parte do reconhecimento da banda, acontece devido a abertura dos show do Blackfield, e a turnê junto com o Porcupine Tree.

Pra quem nunca ouviu, pode até parecer estranho, principalmente pela variedade de influencias notáveis nas músicas da banda, por isso é bom dar uma atenção especial quando for ouvir o trabalho deles. Já sendo considerados os expoentes no “New Prog”, a banda faz uma ótima mistura de Post-Rock, Prog-Rock, e umas pitadas de Grunge, parece estranho, né? E sim, é bem estranho mesmo.

Ouvir PPR pode não proporcionar a mesma viagem de um cd de outras bandas parecidas, mas é tão envolvente quanto, principalmente a parte instrumental. As músicas vão praticamente se completando com o passar do tempo, evidente em The Bright Ambassadores Of Morning. Outro diferencial da banda são as passagens com vocal feminino, feitos perfeitamente pela gatíssima Jamie Wilcox, que se arrisca também no baixo, e até na percussão, coisa linda.

Agora falando sobre o CD; como foi lançado uma versão pra cada 15km² de terra, não sei bem quantas músicas tem , mas a versão que eu comprei no eMule vem com 9 faixas, de pura cremosidade e crocância. O negócio é tão bom, que vale realmente a pena pegar as 27,3 versões lançadas por ai.

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Cabeça de Aranha 3

“Um homem pode fazer a diferença. ‘Nuff said.” 

Depois de cinco anos de espera, finalmente saiu nos cinemas o final da trilogia que conta o ínicio de um dos heróis mais legais. Sim, eu to falando do cabeça de teia mesmo.

O filme é lindo, sem dúvida, um dos melhores filmes de super-heróis já feitos, e finalmente, é isso que Peter se tornou, um SUPER-herói. Amado por toda NY, Aranha já é tão famoso (ou até mais) quanto qualquer outra celebridade de Hollywood, e é nisso que o filme gira em torno, enquanto Peter só se dá bem, MJ, que acaba de estreiar na Broadway, vai de mal a pior. Tendo sua estréia como um fiasco, aquela invejinha besta começa a aparecer (Parker se dando muito bem, e MJ rumo ao fracasso).

Assim que cheguei em casa, várias pessoas vieram me perguntar se esse era melhor que os outros dois, e a resposta ? Bom, o filme tem poucos defeitos, e nem isso consegue atrapalhar o ótimo trabalho que Sam Raimi fez nesse, e nos outros filmes do aracnídeo. Ahn sim, a resposta. Sim, esse é o melhor da trilogia. É o melhor, mas não por causa dos 254 milhões de doláres gastos, mas sim por toda a trama do filme.

Um dos defeitos que eu falei há pouco, é a absurda quantidade de “vilões” no filme, e o rumo que eles acabam levando. No total são três; Homem de Areia (Thomas Haden Church), um projeto de Duende Verde (James Franco) e o tão esperado Venom (Topher Grace), que com menos de uma semana de exibição, já deu bastante o que falar.

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House, M.D.

 “Risco biológico? Chame Jack Bauer.”

 

Depois de um bom tempo sem postar aqui de novo, voltei com uma idéia que deve acabar com esse tempo gigante entre os posts daqui. Pelo menos uma vez por semana, vou atualizar isso daqui com um texto sobre o último episódio de uma das séries que eu acompanho, sim, uma resenha do episódio.

Vou começar com House pois além de ser a série que eu acompanho a mais tempo, e com mais fidelidade, eu vi o último episódio ontem, ou seja, tá tudo fresquinho aqui ainda. Pra quem não sabe, House é uma série médica, só que completamente diferente do que você já viu em scrubs, E.R. ou Grey’s Anatomy.

A grande diferença está em Dr. Gregory House (Interpretado perfeitamente por Hugh Laurie), House é um dos melhores em sua especialidade (diagnósticos), mas ele não é como qualquer outro médico. Irônico, anti-social, sarcástico, House se recusa a se envolver com seus paciêntes, muitas vezes dando o diagnóstico sem mesmo conversar com eles. Suas tiradas sarcásticas deixam os episódios com um tom de comédia sensacional, tirando toda a tensão dos casos praticamente impossíveis que chegam a House e sua equipe. Além de Hugh Laurie, temos também Omar Epps, Jennifer Morrison e Jesse Spencer (Respectivamente Foreman, Cameron e Chase) formando a equipe de House, e Robert Sean Leonard, que interpreta o Oncologista James Wilson, o melhor (e talvez único) amigo de House.

Agora que já cituei vocês, deixa eu falar do último episódio;

 [House – s03e21 – Family]

 

 

 Depois de uma seção de episódios ótimos, qualquer coisa abaixo de excelente ia tirar uma careta das caras dos fans mais exigentes, pois é, parece que os produtores não pensaram nisso e resolveram lançar um filler* na última terça feira. Mas mesmo sendo um filler, o episódio foi muito bom.

O caso da vez foi entre dois irmãos, um com leucemia (Nick), que estava prestes a receber um transplante da medula de seu irmão mais novo, Matty. Porém, pouco antes do transplante, Wilson descobre que Matty não estava tão bem assim de saúde, e não poderia fazer o transplante. Como Nick tinha pouco tempo de vida (5 dias), Wilson pede ajuda a House para diagnosticar Matty.

Novamente, temos um ótimo caso, bastante envolvente, e com um final inesperado, afinal, durante o episódio, várias soluções são encontradas, mas nenhuma conseguiria deixar os dois irmãos vivos. Mas a série não se sustenta só de medicina, e a mudança na personalidade de Foreman, e a reação de House em relação a isso são muito bem mostradas. Depois de perder um paciente no último caso, Foreman começa a perceber que está seguindo o mesmo rumo de House, e isso passa a afater seus diagnósticos, fazendo com que House comece a considerar uma demissão.

 Temos também a parte comica do episódio, protagonizada por Hector, o cão de Wilson que estava sob cuidados de House. Depois de uma overdose de Vicodin (Remédio em que House é viciado), uma pata quebrada (Que deixa Hector mancando, assim como House), e várias revistas e tênis destruidos, House devolve Hector para a mulher de Wilson, apesar de muita gente ter torcido para os dois continuarem juntos no final do episódio.

Voltando para a medicina, Cameron continua um zero a esquerda pra mim, levantando sempre a hipótese de auto-imune e mais nada, e Chase fez tanto quanto ela nesse episódio. Basicamente, o episódio se focou em Foreman, que se mostrou cada vez mais parecido com House, mesmo que lute contra isso. Não vou contar muita coisa pra não estragar a surpresa de quem ainda não viu o episódio, mas basicamente é isso.

Ahn sim, outra coisa que eu não poderia deixar de falar aqui, é que FINALMENTE os produtores acordaram e deixaram o Robert Sean Leonard interpretar um bom papél com Wilson. Foi lindo ver ele e House discutindo de verdade, e ver que ele finalmente começou a mostra que tem opinião nos casos.

 

Burton & Depp Reloaded

 

Não é de hoje que Johnny Depp e Tim Burton formam uma das melhores duplas do cinema moderno. Na verdade, a dupla começou em 1990, com o filme mais legal da seção da tarde; Edward Mãos-de-Tesoura. Então, nesses quase 20 anos, eles já trabalharam juntos várias outras vezes, e o próximo trabalho da dupla já tem nome, Sweeney Todd.

Sweeney Todd é na verdade um musical de Stephen Sondheim, feito em 1979. O musical conta a história de Benjamin Barker, um barbeiro que injustamente foi preso por 15 anos, e agora volta para se vingar. Ele volta com o pseudônimo de Sweeney Todd (Johnny Depp), para assassinar qualquer um que sente na sua cadeira de barbeiro. Todd é ajudado por Mrs. Lovett (Helena Bonham Carter, a Marla Singer de Fight Club), que com os restos das vítimas, faz tortas de carne que ficam famosa por toda a Londres. Além desses dois, o filme conta com Alan Rickman (Harry Potter), Sacha Baron Cohen (O BORAT!!), Timothy Spall (Harry Potter) e Christopher Lee, que já trabalhou com Burton na refilmagem da Fantástica fábrica de Chocolates, em Sleepy Hollow (A lenda do Cavaleiro sem Cabeça) e ainda fez a voz do Pastor Galswells em a Noiva Cadáver. Já deu pra perceber que Burton sabe escolher BEM com quem trabalhar, hein? Então, como eu tinha falado, Sweeney Todd já é o sexto filme da parceria entre Depp e Burton, os outros foram:

[1990] – Edward Scissorhands (Edward Mãos-de-Tesoura)

Um ano depois do fraco lançamento de Batman, Burton anuncia seu novo filme, que pareceu a todos como uma versão nova de Frankenstein. Um Homem artificial com mãos de tesoura, e para o papel principal, Burton escolheu o até então desconhecido Johnny Depp. Nesse primeiro filme já fica claro o estilo de Burton, um clima dark, quase gótico. Pra ajudar, Depp fez o filme inteiro usando maquiagem e roupas pesadas, resultando em um desmaio durante a gravação (por causa do calor). Mas o filme não seria tão genial se não fosse a atuação perfeita de Depp, que em poucas falas conseguiu passar a emoção do personagem. Esse com certeza é o melhor filme já feito pelos dois.

Um ótimo começo de parceria, não?
[1994] – Ed Wood (Ed Wood)

Edward Davis Wood Jr foi um diretor/produtor/ator norte-americano, na verdade, Ed Wood foi “O pior cineasta de todos os tempos”, título conseguido por suas filmagens completamente trashs. Mas era trash MESMO, disco voadores pendurados por barbantes, cenário (de isopor!) caindo no meio do filme, e por ai vai (piorando?).

Ed Wood não rendeu tanto como a parceria anterior, talvez pelo fato do diretor (Ed Wood) não ser muito conhecido, ou por Burton ter rodado todo o filme em preto e branco. Mas é fato que a interpretação de Depp foi, novamente, fantástica! É impressionante como ele consegue passar toda a perseverança, emoção, e amor ao cinema que o diretor fracassado tinha. As cenas em que Wood dirige o filme travestido (Sim, além de péssimo cineasta, o cara gostava de se vestir de mulher), são ótimas. Depp se envolve de uma maneira absurda com a personagem, deixando evidente que a parceria com Burton tem tudo pra continuar dando certo.

[1998] – Sleepy Hollow (A Lenda do Cavaleiro sem Cabeça)

Após 4 anos (de novo!), Burton e Depp se encontram novamente. Dessa vez Depp é Ichabod Crane, um policial de NY que é chamado a pequena Sleepy Hollow, para desvendar uma série de assassinatos bizarros, onde todas as vítimas foram decaptadas.Usando técnicas não convencionais, e com um excêntrismo tão bizarro quanto, Ichabod é um ótimo personagem para Depp, que novamente mostra como consegue se envolver com os personagens.

Em Sleepy Hollow, Burton consegue usar novamente todo o seu estilo dark/gótico, usado anteriormente em Edward Scissorhands. Dessa vez, além do cidade, a história também contribui para o goticismo envolvido no filme. Ponto pra eles!

[2004] – Charlie and the Chocolate Factory (A fantástica fábrica de chocolate)

Quando Burton anunciou que faria uma nova versão da fantástica fábrica de chocolate, muito se falou sobre quem seria o substituto de Gene Wilder (O primeiro Willy Wonka). Burton não teve dúvidas ao chamar Depp para interpretar o estranho personagem. Quem já viu o filme sabe o quão excêntrico é Willy Wonka, desde sua maneira de tratar, ou melhor, destratar os visitantes de sua fábrica, até a maneira com que se veste. E pra variar um pouco, Depp mandou muito bem no filme, deixando o personagem com um ar cruel, mas ainda assim engraçado. Deu pra perceber o talento natural que o cara tem pra interpretar personagens excêntricos, né ? Jack Sparrow, Edward Mãos-de-Tesoura, Willy Wonka, Ichabod Crane, Mort Rainey e muitos outros..

Outra coisa que vale a pena ser lembrada é o visual do filme, que mesmo não sendo pesado como os anteriores de Burton, é sensacional! Desde a fábrica, até a casa de Charlie, tudo muito bem feito. E nem preciso lembrar dos Oompa-Loompas, que são um show a parte, colaborando com as cenas mais engraçadas do filme.

Essa versão, é excelente pra quem gostou da primeira, e pra quem nunca viu (como eu) a versão original !

Além desses filmes, tem também o mais recente deles, que é A Noiva Cadáver (de 2005), mas como Depp só emprestou sua voz ao personagem principal e eu não vi o filme, é melhor nem falar nada.

Junkie Movies

-Who needs reasons when you’ve got heroin?

 

 

Antes de qualquer coisa, acho que devo desculpas pra vocês, né. Afinal, simplismente sumi daqui, mas ó, nem foi a toa, deixa eu explicar;

Além de problemas de saúde (nada sério, mas não tava conseguindo parar em frente ao pc), provas na escola, relatórios atrasados e tudo mais, tenho escrito uns textos pra outros sites também, e assim que eles forem publicados eu posto aqui 😉

Mas então, como nesse tempo sem postar, não vi nenhum filme novo, vou deixar aqui um postzinho rápido, antes de um texto novo de verdade, no estilo do último post do blog do Vinícius, okay?

Então, agora eu quero que vocês me digam a relação entre GG Allin, Sid Vicious, Darren Aronofsky e Danny Boyle tem em comum? Não sabe?
Amd, eu explico, os dois últimos nomes, são respectivamente os diretores de Requiem for a Dream e Trainspotting, os dois melhores Junkie Movies já feitos, ever. Entendeu agora Sid Vicious e GG Allin?

Seguinte, pra você que ainda tá perdido, Requiem for a Dream é um filme de 2000, que mostra diferentes formas de vício, indo desde os mais óbvios como a heroína, até outros que poderiam passar desapercebidos, como anfetaminas, comida, ou até mesmo televisão. O filme é protagonizado por Jared Leto (Senhor das Armas, e talvez Prince of Persia!) e Jennifer Connelly (Dark Water, Blood Diamond), que formam um casal de viciados, que acabam se isolando em um mundo utópico, tentando fugir da triste realidade que suas vidas se tornam após chegarem ao fundo do poço.

O filme é de um horror lindo, com cenas absurdamente fortes. Conta com uma direção de fotografia sensacional, e com uma trilha sonora igualmente boa. Ou seja, tá esperando o que pra ver (ou rever) o filme?

Outro filme no mesmo estilo, é Trainspotting, de 1996. O filme é uma adaptação de um românce de Irvine Welsh e conta a história de quatro jovens escoceses viciados em heroína (coincidência?). É mostrado no filme, como a amizade dos quatro caminha para um fim, enquanto eles fazem de tudo pra sustentar o vício. O modo em que a auto-destruição (causada pela heroína) é retratada, é linda, cenas inesquecíveis como Renton desintoxicando já valem o filme inteiro.

O mais legal disso tudo, é que já foi anunciada uma continuação para Trainspotting, a continuação se baseia no romance Porno, de Irvine Welsh, publicado em janeiro de 2006. O livro reúne todos os personagens do filme original, 10 anos depois do acontecido no primeiro filme.

A questão é, será que reviver um clássico desses, mesmo com uma idéia boa, como Porno, vai dar certo?


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Dolus D'Oléron

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