Arquivo para maio \21\UTC 2007

Piratas do Caribe

 

20 milhões. Exatamente, foi essa quantia que salvou Piratas do Caribe de se tornar somente mais um filme da Disney, e se tornar um sucesso nas bilheterias que já rendeu quase 2 bilhões de doláres. Sim, os 20 milhões de que eu falo, foi a quantia gasta para ter Johnny Depp no filme (Quantia paga por filme, fora bônus pela bilheteria), ótimo investimento, não?

E esses valores começam a subir novamente dia 25 de maio (Próxima sexta-feira), com a estréia mundial de At the World’s End, que vai encerrar a trilogia de Jack Sparrow. No filme, Will Turner, Elizabeth Swann e o capitão Barbossa se juntam para salvar Sparrow, que foi engolido pelo Kraken (Alguém mais se lembrou de God of War?), monstro marítimo controlado por Davy Jones. Para isso, os três precisaram ir até cingapura, conseguir um mapa que os levará até os confins do mundo, para assim poder salvar, Jack e o Pérola Negra.

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Pure Reason Revolution

 Nós temos uma gostosa na banda, HÁ!

 

Seguinte, PRR é uma banda britânica, formada em 2003, e que teve seu debut ano passado, The Dark Third. Antes disso, eles já haviam lançados outros três singles, e um Mini-CD, mas boa parte do reconhecimento da banda, acontece devido a abertura dos show do Blackfield, e a turnê junto com o Porcupine Tree.

Pra quem nunca ouviu, pode até parecer estranho, principalmente pela variedade de influencias notáveis nas músicas da banda, por isso é bom dar uma atenção especial quando for ouvir o trabalho deles. Já sendo considerados os expoentes no “New Prog”, a banda faz uma ótima mistura de Post-Rock, Prog-Rock, e umas pitadas de Grunge, parece estranho, né? E sim, é bem estranho mesmo.

Ouvir PPR pode não proporcionar a mesma viagem de um cd de outras bandas parecidas, mas é tão envolvente quanto, principalmente a parte instrumental. As músicas vão praticamente se completando com o passar do tempo, evidente em The Bright Ambassadores Of Morning. Outro diferencial da banda são as passagens com vocal feminino, feitos perfeitamente pela gatíssima Jamie Wilcox, que se arrisca também no baixo, e até na percussão, coisa linda.

Agora falando sobre o CD; como foi lançado uma versão pra cada 15km² de terra, não sei bem quantas músicas tem , mas a versão que eu comprei no eMule vem com 9 faixas, de pura cremosidade e crocância. O negócio é tão bom, que vale realmente a pena pegar as 27,3 versões lançadas por ai.

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Cabeça de Aranha 3

“Um homem pode fazer a diferença. ‘Nuff said.” 

Depois de cinco anos de espera, finalmente saiu nos cinemas o final da trilogia que conta o ínicio de um dos heróis mais legais. Sim, eu to falando do cabeça de teia mesmo.

O filme é lindo, sem dúvida, um dos melhores filmes de super-heróis já feitos, e finalmente, é isso que Peter se tornou, um SUPER-herói. Amado por toda NY, Aranha já é tão famoso (ou até mais) quanto qualquer outra celebridade de Hollywood, e é nisso que o filme gira em torno, enquanto Peter só se dá bem, MJ, que acaba de estreiar na Broadway, vai de mal a pior. Tendo sua estréia como um fiasco, aquela invejinha besta começa a aparecer (Parker se dando muito bem, e MJ rumo ao fracasso).

Assim que cheguei em casa, várias pessoas vieram me perguntar se esse era melhor que os outros dois, e a resposta ? Bom, o filme tem poucos defeitos, e nem isso consegue atrapalhar o ótimo trabalho que Sam Raimi fez nesse, e nos outros filmes do aracnídeo. Ahn sim, a resposta. Sim, esse é o melhor da trilogia. É o melhor, mas não por causa dos 254 milhões de doláres gastos, mas sim por toda a trama do filme.

Um dos defeitos que eu falei há pouco, é a absurda quantidade de “vilões” no filme, e o rumo que eles acabam levando. No total são três; Homem de Areia (Thomas Haden Church), um projeto de Duende Verde (James Franco) e o tão esperado Venom (Topher Grace), que com menos de uma semana de exibição, já deu bastante o que falar.

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House, M.D.

 “Risco biológico? Chame Jack Bauer.”

 

Depois de um bom tempo sem postar aqui de novo, voltei com uma idéia que deve acabar com esse tempo gigante entre os posts daqui. Pelo menos uma vez por semana, vou atualizar isso daqui com um texto sobre o último episódio de uma das séries que eu acompanho, sim, uma resenha do episódio.

Vou começar com House pois além de ser a série que eu acompanho a mais tempo, e com mais fidelidade, eu vi o último episódio ontem, ou seja, tá tudo fresquinho aqui ainda. Pra quem não sabe, House é uma série médica, só que completamente diferente do que você já viu em scrubs, E.R. ou Grey’s Anatomy.

A grande diferença está em Dr. Gregory House (Interpretado perfeitamente por Hugh Laurie), House é um dos melhores em sua especialidade (diagnósticos), mas ele não é como qualquer outro médico. Irônico, anti-social, sarcástico, House se recusa a se envolver com seus paciêntes, muitas vezes dando o diagnóstico sem mesmo conversar com eles. Suas tiradas sarcásticas deixam os episódios com um tom de comédia sensacional, tirando toda a tensão dos casos praticamente impossíveis que chegam a House e sua equipe. Além de Hugh Laurie, temos também Omar Epps, Jennifer Morrison e Jesse Spencer (Respectivamente Foreman, Cameron e Chase) formando a equipe de House, e Robert Sean Leonard, que interpreta o Oncologista James Wilson, o melhor (e talvez único) amigo de House.

Agora que já cituei vocês, deixa eu falar do último episódio;

 [House – s03e21 – Family]

 

 

 Depois de uma seção de episódios ótimos, qualquer coisa abaixo de excelente ia tirar uma careta das caras dos fans mais exigentes, pois é, parece que os produtores não pensaram nisso e resolveram lançar um filler* na última terça feira. Mas mesmo sendo um filler, o episódio foi muito bom.

O caso da vez foi entre dois irmãos, um com leucemia (Nick), que estava prestes a receber um transplante da medula de seu irmão mais novo, Matty. Porém, pouco antes do transplante, Wilson descobre que Matty não estava tão bem assim de saúde, e não poderia fazer o transplante. Como Nick tinha pouco tempo de vida (5 dias), Wilson pede ajuda a House para diagnosticar Matty.

Novamente, temos um ótimo caso, bastante envolvente, e com um final inesperado, afinal, durante o episódio, várias soluções são encontradas, mas nenhuma conseguiria deixar os dois irmãos vivos. Mas a série não se sustenta só de medicina, e a mudança na personalidade de Foreman, e a reação de House em relação a isso são muito bem mostradas. Depois de perder um paciente no último caso, Foreman começa a perceber que está seguindo o mesmo rumo de House, e isso passa a afater seus diagnósticos, fazendo com que House comece a considerar uma demissão.

 Temos também a parte comica do episódio, protagonizada por Hector, o cão de Wilson que estava sob cuidados de House. Depois de uma overdose de Vicodin (Remédio em que House é viciado), uma pata quebrada (Que deixa Hector mancando, assim como House), e várias revistas e tênis destruidos, House devolve Hector para a mulher de Wilson, apesar de muita gente ter torcido para os dois continuarem juntos no final do episódio.

Voltando para a medicina, Cameron continua um zero a esquerda pra mim, levantando sempre a hipótese de auto-imune e mais nada, e Chase fez tanto quanto ela nesse episódio. Basicamente, o episódio se focou em Foreman, que se mostrou cada vez mais parecido com House, mesmo que lute contra isso. Não vou contar muita coisa pra não estragar a surpresa de quem ainda não viu o episódio, mas basicamente é isso.

Ahn sim, outra coisa que eu não poderia deixar de falar aqui, é que FINALMENTE os produtores acordaram e deixaram o Robert Sean Leonard interpretar um bom papél com Wilson. Foi lindo ver ele e House discutindo de verdade, e ver que ele finalmente começou a mostra que tem opinião nos casos.